Pensando em novas sociedades e culturas emergentes…

“Simplicity, complexity, oh what a tragedy,

Reality, insanity, strange normality
Incredible, untouchable, but just visual…

Pensando em novas formas sociais emergentes, já que podemos construir lugares, trocas, relações e culturas em espaços de bits. Novas composições genéticas = determinados e determinantes e sistemas em formação. Há algo assim acontecendo há décadas. A partir de características genéticas, humanas, DNA, dos novos comuns nascendo, regenerando outras redes, excludentes, engredantes como os aspectos do rizoma. Tensões e distensões e aquilo do que o corpo é capaz. Organismos genéticamente modificados (OGM), biossegurança, biopropostas.

O que penso agora são possibilidades de grupos sociais que emergem a partir de um comum de descobertas genéticas, pelas especificações científicas, pelas variações do cromossomo Y, pelas mutações trabalhadas. Quem são aqueles sobreviventes do acidente de Chernobil? Que tipo de cultura foram capazes de criar? E ainda os grupos genéticos que possuem a marca de mutação do cromossomo Y de acordo com Rose ( 2009, p. 25).

“Há duas teorias oficiais, mas contraditórias, sobre a causa do acidente. A primeira foi publicada em agosto de 1986, e atribuiu a culpa, exclusivamente, aos operadores da usina. A segunda teoria foi publicada em 1991 e atribuiu o acidente a defeitos no projeto do reator RBMK, especificamente nas hastes de controle. Ambas teorias foram fortemente apoiadas por diferentes grupos, inclusive os projetistas dos reatores, pessoal da usina de Chernobil, e o governo. Alguns especialistas independentes agora acreditam que nenhuma teoria estava completamente certa. Na realidade o que aconteceu foi uma conjunção das duas, sendo que a possibilidade de defeito no reator foi exponencialmente agravado pelo erro humano.”

O que são essas novas organizações sociais preconizadas pelos testes científicos, pela tecnologia na ciência? É possível se criar uma cultura social em meio a isso. A tragédia de se transformar em um comum e novamente reorganizar a sociedade?

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