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Piracy as a distribuited model of today’s media content

September 24, 2014 1 comment

Capítulo 7 – Thinking Transnationally

In many cases, producers and brand makers have decided to utilize more participatory means of communication and informal means of circulation, but their ultimate aim is still the propagation of the mass-media content”. (JENKINS; FORD; GREEN, 2013, p. 259).

Audiences = multiplicity = “’more of the same’, and ‘diversity’, which reflects a range of alternative identities and agendas […]”. (JENKINS; FORD; GREEN, 2013, p. 260).

[…] old debates about the homogenizing force of global communication do not deal with the complex interactions between diverse populations which shape the transnational flows of media content”. (JENKINS; FORD; GREEN, 2013, p. 264).

Piracy and inclusion – pirataria como ator no mercado de distribuição: mercado informal, desorganizado, sem ideologias, mobilidade e inovação. Modernindade pirata, piratas modernos no trabalho de Larkin (2008) sobre distribuição de vídeos na Nigéria.

Piracy, […] has historically been a way to close those gaps created by the uneven and unequal circulation of culture allowing entry into contemporary conversations to which marginalized populations might otherwise be excluded”. (JENKINS; FORD; GREEN, 2013, p. 265).

[…] piracy lays the groundwork for new business models for circulating media content”. (JENKINS; FORD; GREEN, 2013, p. 269).

Increasingly, piracy allows producers to break into new markets without bearing the full costs of distribution”. (JENKINS; FORD; GREEN, 2013, p. 269).

Exemplo: Tropa de Elite e vazamento de rolos de filme.

APPADURAI, Arjun. (1986): estratégias de diversificação: “[…] remoção de coisas provenientes de uma zona de enclave para locais onde as trocas são menos confinadas e mais rentáveis”. (APPADURAI, 1986, p. 25).

APPADURAI, Arjun. (1986). Introduction: commodities and the politics of value. In:______. The social life of things: commodities in cultural perspective. Cambridge: Cambridge University Press, p. 3-63.

Rede de estudantes que passa conteúdos, transnacionalização de conteúdos e mistura de culturas nas universidades. “[…] these international students may become fans of both works that reflect their heritage and new content they are introduced to by other students in the dorm”. (JENKINS; FORD; GREEN, 2013, p. 278).

The ‘impure’ products create openings for pop cosmopolitans to find something familiar even amid their search for diversity, and they give expression to the unsettled feelings of diasporic audiences that may not feel fully at home in either culture”. (JENKINS; FORD; GREEN, 2013, p. 281).

Exemplo – exportações e co-produções telenovelas Globo p. 283. Exportações telenovelas mexicanas Univision, a colombiana Ugly Betty.

These examples demonstrate how the telenovela format has developed and evolved as an impure genre over decades”. (JENKINS; FORD; GREEN, 2013, p. 283).

This processes of adaptation and localization and this flow which sees reciprocal paths of influence as formats and content cross cultural borders demonstrate how impure culture is inevitable as content is continuously relocated and localized”. (JENKINS; FORD; GREEN, 2013, p. 284).

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A reading of Paul Booth on Digital Fandom (2010)

September 17, 2013 Leave a comment

BOOTH, Paul. Digital Fandom: new media studies. New York: Peter Lang, 2010. (Digital Formations), v. 68. 231p.

Sobre o autor: http://transformativeworks.tumblr.com/post/34828688901/a-conversation-with-aca-fan-dr-paul-booth

Some precious threads: https://docs.google.com/document/d/1DNM_0lQt4-Omqj5HDptM9L9B04jjMhR0sIT2H12TCkA/edit?usp=sharing 

😉

 

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Pensando em novas sociedades e culturas emergentes…

August 14, 2010 Leave a comment

“Simplicity, complexity, oh what a tragedy,

Reality, insanity, strange normality
Incredible, untouchable, but just visual…

Pensando em novas formas sociais emergentes, já que podemos construir lugares, trocas, relações e culturas em espaços de bits. Novas composições genéticas = determinados e determinantes e sistemas em formação. Há algo assim acontecendo há décadas. A partir de características genéticas, humanas, DNA, dos novos comuns nascendo, regenerando outras redes, excludentes, engredantes como os aspectos do rizoma. Tensões e distensões e aquilo do que o corpo é capaz. Organismos genéticamente modificados (OGM), biossegurança, biopropostas.

O que penso agora são possibilidades de grupos sociais que emergem a partir de um comum de descobertas genéticas, pelas especificações científicas, pelas variações do cromossomo Y, pelas mutações trabalhadas. Quem são aqueles sobreviventes do acidente de Chernobil? Que tipo de cultura foram capazes de criar? E ainda os grupos genéticos que possuem a marca de mutação do cromossomo Y de acordo com Rose ( 2009, p. 25).

“Há duas teorias oficiais, mas contraditórias, sobre a causa do acidente. A primeira foi publicada em agosto de 1986, e atribuiu a culpa, exclusivamente, aos operadores da usina. A segunda teoria foi publicada em 1991 e atribuiu o acidente a defeitos no projeto do reator RBMK, especificamente nas hastes de controle. Ambas teorias foram fortemente apoiadas por diferentes grupos, inclusive os projetistas dos reatores, pessoal da usina de Chernobil, e o governo. Alguns especialistas independentes agora acreditam que nenhuma teoria estava completamente certa. Na realidade o que aconteceu foi uma conjunção das duas, sendo que a possibilidade de defeito no reator foi exponencialmente agravado pelo erro humano.”

O que são essas novas organizações sociais preconizadas pelos testes científicos, pela tecnologia na ciência? É possível se criar uma cultura social em meio a isso. A tragédia de se transformar em um comum e novamente reorganizar a sociedade?

Pesquisas Interessantes

You need a Hobby!

February 17, 2010 Leave a comment

Lixo Eletrônico – details

Olá,

Mais sobre o Lixo Eletrônico no Blog do Link – Estadão. Fotos, dados ….;) É importante pensar na política do lixo eletrônico no Brasil sendo construída através de um movimento comunicativo da multidão que tem a consciência de compartilhar um grande problema em comum!

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Implicações Científicas da Arte de Criar depois da “Era da Informação”

Em REMIX, Lawrence Lessig explicita uma visão muito doce e pertinente dos produtores culturais do nosso tempo. Uma visão cuidadosa sobre o que podemos fazer para que todas uma geração não seja considerada criminosa por seus hábitos culturais de produção em rede. É a Read Writable Culture sobrepondo a Read Only Culture que predominou em grande parte do séc. XIX, na qual éramos todos apenas consumidores culturais.

Tal visão possui implicações para o campo científico uma vez que estamos vivendo em meio a uma geração para os quais a aprendizagem não é mais algo solitário e distante do lazer.
The single most important effect of the “digital revolution” was that it exploded these historical barriers to teaching. Every important form of writing has now been democratized. Pratically anyone can learn to write in a wide range of forms. The challenge now is to enable this learning, noto only by building the technologies it requires, but by assuring the freedom that it requires.

So again, (…) think a bit about that freedom. Remember when you learned to write. Remember the act of quoting. Or incorporating. Or referring. Or critcizing. What freedoms did you take for granted when you did all of this? Did you ask permission to quote? Did you notify the target of your criticism that you were criticizing him? Did you think twice about your right to dis a movie you saw in a letter to a friend? Were you ever troubled by quoting Bob Dylan in a essay about war?

The answer to all these questions is of course “no”. We grew up taking for granted the freedoms we needed to practice our form of writing. We created, and we shared our creativity with whoever would read it (our parents and teachers, if we were lucky). We never questioned the right to create in this way, freely.

Our kids want the same freedom for their forms os writing. For not just words, but for images, film, and music. The technology we give our kids give then a capacity to create that we never had. We’ve give them a word beyond words. This word is part of what I’ve called RW culture. It is continuous with what has always been part of RW culture – the literacy of text. But it is more. It is the ability for amateurs to create in contexts that before only professionals ever knew. (LESSIG, 2008, 107-108).

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